DESCENDENTES DE ANTÓNIO JOSE BARBOSA

António José Barbosa

Dos descendentes de Antonio Jose Barbosa originou-se os seguintes ramos familiares: Barbosa, Barbosa da Silva, Barbosa, Henriques Barbosa, Pereira Barbosa, Barbosa de Barros

5. António José Barbosa, (& 9) proprietário,filho de Simão José Barbosa e da sua mulher na Joaquina de Medina e Vasconcelos, nasceu a 7/9/1839, faleceu 4/4/1905 em S. Filipe, filho de Simão José Barbosa e da sua mulher Ana Joaquina de Medina e Vasconcelos, casou três vezes. A primeira, em 1859, com Maria Soledade (Nozolini) Roiz, ( & 1 A Henriques) filha de Juan Roiz e de Maria Soledade Nozolini. de quem ficou viúvo; A segunda em 1865, com Luisa Barbosa de Andrade (& 180 Vasconcelos) nascida a 9/3/1850, e falecida a 31/7/1875), filha de Manuel Barbosa de Andrade, Morgado de Monte Queimado, e da sua mulher Isabel Nozzolini Roiz, de quem ficou viuvo; A terceira, a 22/2/1879, com Maria Marcelina Nozolini, (1 B Henriques), nasc a 22/10/1860, filha de Roberto José Nozolini e da sua mulher Leopoldina Monteiro de Macedo

Filhos do 1º casamento:

6. Ana Roiz Barbosa , nascida a 19/8/1860, S. Filipe, Fogo  ( & 126 Vasconcelos), casou com António Gomes Barbosa, filho de de Pedro Gomes Barbosa e Carlota Adelaide Medeiro

6.  Gertrudes Roiz Barbosa, b. 1861, faleceu criança.

Filhos do 2º casamento:

6. Maria do Livramento Barbosa, b. 4 APR 1867, no Fogo

Ramo Barbosa da Silva (& 47) 

(182 Vasconcelos)

6. José Barbosa

( & 64)  

Cândida Barbosa ( vide & 74 Vasconcelos ), nascida a 7/12/1871, S. Filipe Fogo.casou com João Gomes Barbosa, filho Pedro Gomes Barbosa e da sua mulher Carlota de Medeiro

6. Simão Jose Barbosa

Ramo Barbosa      ( & 130)

6. Caetano Jose Barbosa

Ramo Barbosa     ( & 114)

Filhos do 3º casamento

Etelvina  Barbosa, nascido a 2/12/1879, S. Filipe, Fogo. Solteira Etelvina  Barbosa

6. Francisco Jose Barbosa   

Ramo Barbosa  ( & 120)

6. Sebastião Jose Barbosa

Ramo Barbosa      ( & 118)

6. João Jose Barbosa  

Ramo Barbosa  (& 65)

6. Adelino Jose Barbosa  

Henriques Barbosa   ( & 126)

6. Roberto Jose Barbosa

Pereira Barbosa      ( & 140)

6. Leopoldina  Barbosa,  nascida a 28/6/1888, S. Filipe, Fogo,  (Vide &   Vasconcelos)

6. Ana Barbosa,  nascida a 16/3/1890, S. Filipe, Fogo. Solteira

6. Amália Barbosa, nascida a 23/2/1892, S. Filipe, Fogo, casou a 6/6/1914 com Adriano Carlos de Medina, nascido a  28/3/1887 e 21/12/1939 ( vide 51 Livro Medina), filho de Caetano Carlos de Medina e da sua mulher Isabel Teixeira de Medina. SG.

6. Amelia Barbosa

Ramo Barbosa Barros (& 144)

6. Luisa  Barbosa,  nascido a 14/10/1895, S. Filipe, Fogo, (Vide & 110  Monteiro Macedo)


Maria LusanoJOSÉ BARBOSA

6.  JOSÉ BARBOSA, ( & 46 ), filho do 2º casamento de António José Barbosa e da sua mulher Luisa Barbosa de Andrade, nasceu a 13/6/1869 em S, Filipe, Fogo, faleceu a 4/9/1923 em Lisboa,  casou com Maria Lusano, natural de Sevilha, Espanha, filha de ..................................... e de........................... Sg.

Foi ministro das colónias do governo do Dr. António José de Almeida e foi Presidente do Conselho Superior das Finanças. Tomou parte activa nos trabalhos preparatórios da revolução de 1910, de cujo directório fez parte, e proclamada a republica o Governo nomeou-o Director e Secretario Geral do Ministério do Interior. Fez parte de varias legislaturas como deputado.

Desde os seus tempos de estudante, em que cursava a Escola Politécnica, que aderira ao ideal republicano tornando-se um ardente propagandista e defensor das suas ideias. Aos 22 anos foi um dos implicados no frustrado movimento revolucionário de 31 de Janeiro de 1891 o que lhe valeu o exílio. Foi um dos fundadores do jornal A Pátria, em cujas páginas atacou violentamente a monarquia o que o levou várias vezes à barra dos tribunais e, por fim, em 1894, viveu no exílio de 1894 a 1908, sucessivamente em Espanha, França e Brasil.. Emigrou para a França onde foi correspondente de jornais brasileiros em Paris e mais tarde foi para o Brasil, radicando-se na cidade do Rio de Janeiro.. Em 1908 voltou para Portugal e tomou parte activa na preparação da revolução de 5 de Outubro. Proclamada a República os comités revolucionários chamam-no a Portugal, onde é-lhe oferecido um lugar no Directório.

Único natural de Cabo-Verde que foi deputado (por Lisboa) às Constituintes de 1911, nelas defendeu um projecto de regime presidencialista. Esta Assembleia Constituinte considerou-o em 30 de Junho de 1911 Benemérito da Pátria. Sendo, juntamente Manuel de Saint Maurice, os únicos naturais de Cabo-verde que tiveram nessa altura esta honra.

Foi cortejado pelos grandes partidos mas preferiu ingressar num pequeno partido, o partido Unionista. Desde o início do novo regime foram-lhe oferecidas várias pastas ministeriais e posições vantajosas no Ultramar, como sejam a de Alto Comissário de Angola e de Moçambique e embaixadas no estrangeiro mas recusa quase tudo que o afastasse de Lisboa. No entanto, aceitou ser ministro das Colónias no governo de Álvaro de Castro e foi encarregado pelo governo português para conduzir negociações secretas com os governos aliados (França e Estados Unidos) sobre assuntos ligados com a marcha da guerra. A partir de Junho de 1916 foi director do jornal lisboeta A Lucta substituindo Brito Camacho que deixara o lugar em virtude da mobilização para a França aquando da I Guerra Mundial. Como jornalista, fugindo ao espírito da época, "ataca, mas não insulta; argumenta, mas não conspurca." Era presidente do Conselho Superior de Finanças quando faleceu.

 

Directório do Partido Republicano Jose Barbosa

Os Membros do Directório do Partido Republicano que se encontravam na Camara Municipal de Lisboa, na manhã de 5 de Outubro: Jose Barbosa, Eusebio Leão, Jose Relvas, Malva do Vale, e Marinha Campos